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sábado, 27 de abril de 2013

Não pense.


Não pense.
Não pense.
Não pense.
É o que partes de mim gritam nos últimos dias.
Muitas atitudes de nosso cotidiano são dirigidas, direcionadas, por uma parcela de sensações e sentimentos.
Eles, sutilmente, alteram a forma com que vemos o mundo, nos levando a pensar em coisas vistas por ângulos direcionados ao foco dessas sensações e sentimentos.
Quando isso acontece, fica difícil ter uma visão holística sobre o cenário.
Sempre me orgulhei dessa habilidade de não me prender a um único ponto de vista, podendo abrir o leque e analisar tudo.


Mas... quando sinto, e dependendo do sentimento... minha visão turva.
Me pego pensando no que sei que não posso. E é deliciosamente viciante me censurar por imaginar as possibilidades de um caminho proibido.

E repetir para mim mesmo, até que me convença não pensar...

Não pense...
Não faça...
Não sinta...

May be.



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